“O que é o tempo?
A definição do tempo é uma charada que desafia os sábios pelos séculos afora , mas para a física ele é uma grandeza fundamental, sobre a qual não cabe definição. Ele só pode ser compreendido em relação ao espaço e ao movimento.
O tempo é relativo e existe uma grande tendência de romantiza-lo
Segundo a teoria da relatividade o tempo transcorrido entre dois eventos não é o mesmo para dois observadores em movimento relativo. Por exemplo o tic-tac do meu relógio não será igual ao do seu se estivermos em movimento relativo um ao outro , entenda que seu tempo é uma questão da sua realidade.
Você cria seu tempo...”*
A definição do tempo é uma charada que desafia os sábios pelos séculos afora , mas para a física ele é uma grandeza fundamental, sobre a qual não cabe definição. Ele só pode ser compreendido em relação ao espaço e ao movimento.
O tempo é relativo e existe uma grande tendência de romantiza-lo
Segundo a teoria da relatividade o tempo transcorrido entre dois eventos não é o mesmo para dois observadores em movimento relativo. Por exemplo o tic-tac do meu relógio não será igual ao do seu se estivermos em movimento relativo um ao outro , entenda que seu tempo é uma questão da sua realidade.
Você cria seu tempo...”*
De alguma forma, nesse projeto, estamos intensamente ligados ao tempo. Talvez com T maiúsculo. Estamos lidando com historia, que se tornou um campo de estudos não apenas do tempo cronológico, não apenas para entendermos o passado, mas “um campo de estudos da constituição do homem como sujeito de si, da subjetividade enquanto processo ao mesmo tempo cultural e politico que se transforma no curso do tempo e varia de acordo com as sociedades”**
A Teia quer revelar os sujeitos dessa história. Não apenas fatos, mas pessoas. Não queremos revelar um tempo, mas o Tempo de cada sujeito.
* RECINELLA, Roberto ( http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/o-que-e-o-tempo/21604/ )
**SANT'ANNA, Denise Bernuzzi de. Corpo e história. Cadernos de subjetividade. Núcleo de estudo e pesquisa da subetividade – Programa de estudo de pós-graduação em psicologia clínica – PUC/SP, 1995 (2), p. 243-266.
Filipe Hauszler
Nenhum comentário:
Postar um comentário